Conteúdo exclusivo sobre como escolher instituições, dicas de cuidado familiar e novas avaliações verificadas na sua região.









O Pronto Atendimento Adulto é uma instituição localizada em Barueri, SP, que oferece atendimento 24 horas para adultos. Embora não seja uma casa de repouso tradicional, a instituição se dedica a fornecer suporte e cuidados essenciais para aqueles que necessitam de assistência contínua. Com uma equipe preparada, o local é ideal para quem busca um atendimento acessível e eficaz.
Segunda vez que venho ao pronto socorro socorro alguém , na triagem tudo ok , nas duas fui tomar água nos bebedouro que só pinga água mas não sai pra consumo , pedi as atendentes se teria um local pra tomar água e elae apontaram o bebedouro de frente a recepção falei que não tinha água e elas falaram só tem esse aí , questionei se durante o período de trabalho eles tomavam água no bebedouro elas responderam que não então eu falei se não tomam água nele não existe só esse , procurei por outros bebedouro que estavam na mesmo situação gotejando sem as sem fluxo para consumo , e o desperdício de gotejamento interruptor.
Triagem e pre-consulta foram incríveis, mas quando chega para ser atendido, levando 3 horas e nada de ser atendido. Sem previsão
Quero deixar registrada aqui a minha mais profunda insatisfação com este hospital. No dia 11/09, minha mãe, que é deficiente visual e diabética, foi levada ao Pronto-Socorro com fortes dores nos rins. Foram realizados exames de sangue, ultrassonografia dos rins e ela recebeu soro com Buscopan após passar pelo médico. Ao retornar para casa de Uber, acompanhada da minha irmã, relatou que não estava sentindo a perna esquerda. As duas retornaram imediatamente ao PS, onde esperaram até meia-noite para a realização de uma ultrassonografia das pernas. No entanto, apesar de o hospital afirmar ser 24 horas, esse exame não é realizado após as 00h. Voltei com minha mãe ao hospital no sábado (14/09), pois ela continuava sem sentir a perna esquerda, com fortes dores e sensação de desmaio. Dessa vez, foi prontamente atendida pelo Dr. Keveni, um médico aparentemente atencioso, que solicitou novos exames de sangue, ultrassonografia das pernas e avaliou que a perna estava gelada. O doutor suspeitou de trombose e alertou que ela corria risco de AVC se continuasse andando, pois a trombose poderia subir para a cabeça. Isso foi por volta das 16h. Mesmo com a gravidade da suspeita, tivemos que aguardar horas para a realização da ultrassonografia das pernas — pois, pelo visto, uma senhora deficiente visual não tem prioridade alguma nesse hospital. O exame foi finalmente feito, e ainda tivemos que esperar das 16h33 até 20h10 pelo resultado dos exames de sangue. Após essa longa espera, retornamos ao setor de medicação, onde minha mãe teve o desprazer de ser "atendida" por uma médica completamente negligente e desrespeitosa chamada Isolda Macedo. Essa médica, além de mascar chiclete e ficar mexendo nas unhas de gel, não examinou minha mãe, não olhou suas pernas, não fez nenhuma avaliação clínica adequada. Simplesmente olhou os exames rapidamente, descartou a trombose e disse que se tratava de uma "inflamação". A única medicação que minha mãe recebeu foi Tramal para dor, e ainda assim porque ela mesma solicitou, já que se dependesse da médica, ela teria ido embora sem tomar nada! Hoje, 16/09, minha mãe teve que retornar ao PS com suspeita de entupimento das artérias do coração, o que pode ser a verdadeira razão pela qual ela não está conseguindo andar. Quero deixar aqui registrada minha total insatisfação com esse hospital, e exijo que revejam urgentemente o tipo de profissionais que estão contratando, especialmente quando se trata de pessoas que lidam diretamente com vidas humanas. Se algo acontecer com a minha mãe por causa da NEGLIGÊNCIA estarei tomando todas as medidas cabíveis. OBS NESTA DATA 20/09/2025 MINHA MAE ESTA NAS CLINICAS EM CIRUGIA DE TROMBOSE TENTANDO SALVAR A PERNA, POR ERRO EXTREMAMENTE GRAVE DA DRA ISOLDA MACEDO, AGUARDE O PROCESSO OK!
Avaliação da Maternidade – Nota Zero A experiência de parto da minha irmã nesta maternidade, ocorrida neste final de semana, foi um verdadeiro trauma — não apenas para ela, mas para toda a família. Logo no início, a equipe ignorou completamente o plano de parto previamente apresentado, que deveria ter sido respeitado conforme recomenda o Ministério da Saúde e boas práticas de assistência obstétrica humanizada. Um dos pedidos mais simples — aguardar cerca de 3 minutos para o clampeamento e corte do cordão umbilical — foi totalmente desconsiderado. O corte foi realizado pela enfermeira em menos de 1 minuto, sem qualquer justificativa clínica, em um parto que não apresentava riscos ou complicações. Outro ponto grave: foi realizada episiotomia contra a vontade expressa da minha irmã, tanto no plano de parto quanto verbalmente durante o trabalho de parto. A justificativa para não permitir mudança de posição foi que “aqui não funciona assim” (e com isso minha irmã aceitou), obrigando todas as gestantes a ficarem deitadas na posição de exame ginecológico (posição de litotomia), o que não é a única forma segura e recomendada para o parto. Esse corte resultou em omissão do que estava sendo feito com a gestante, pois falaram que foi apenas 3 pontos, quando na verdade houve mais pontos internos e não falados. Além disso, foi administrada ocitocina sem consentimento informado, contrariando o plano de parto e os protocolos de boas práticas, sendo comunicada apenas após já estar em infusão, mesmo ela estando com 9 cm de dilatação e evolução rápida do trabalho de parto. Sobre os pontos de sutura, informaram que seriam apenas três pontos externos, mas na verdade ela recebeu múltiplos pontos internos, como ocorreu com outras parturientes no mesmo dia. O desrespeito à legislação é flagrante. A Lei nº 11.108/2005, conhecida como Lei do Acompanhante, garante à gestante o direito de ter um acompanhante de sua escolha durante todo o trabalho de parto, parto e pós-parto imediato. No entanto, nesta maternidade, após o nascimento, a acompanhante foi retirada da sala enquanto ainda era realizada a sutura da episiotomia, sendo orientada a aguardar em outra ala por até 3 horas. Esse mesmo procedimento foi imposto a todas as outras mães presentes, sem qualquer amparo legal. Houve também condutas antiéticas e intimidadoras por parte de uma médica, que, diante da solicitação de cesariana pela gestante (ao ser constatado mecônio na bolsa rota), optou por fazer comentários de “terror psicológico”, afirmando que “uma cesárea poderia matar” mãe e bebê. Ao invés de explicar de forma adequada e respeitosa, dirigiu-se de forma grosseira à gestante e à acompanhante, afirmando que só realizaria o procedimento com assinatura de termo de responsabilidade e ameaçando transferir a culpa para a minha mãe, já que minha irmã é menor de idade. Casos de violência obstétrica também foram testemunhados com outras parturientes, incluindo manobras não recomendadas, como o uso de força excessiva (médico subindo sobre o abdômen da paciente) e aplicação de fórceps que resultaram em lesões no bebê. Esta maternidade demonstra falta total de humanização, desrespeito às leis brasileiras e conduta incompatível com os princípios básicos de assistência à saúde, tratando o parto como uma linha de produção, sem considerar o tempo e as necessidades de cada mãe e bebê. Diante de todos esses fatos, este relato será encaminhado à ouvidoria do hospital, ao Ministério Público, à Defensoria Pública, à Secretaria de Saúde, ao Conselho Regional de Enfermagem e ao Conselho Regional de Medicina, para que as condutas sejam investigadas e responsabilizadas conforme a lei. Recomendação: às gestantes que consideram ter seu parto neste local, recomendo fortemente buscar outras alternativas onde seus direitos e sua dignidade sejam respeitados.
Péssimo, fui com dor no peito e muita dor de cabeça, demorei 3 horas só pra passar com o médico, e se passaram mais 3 horas pra tomar medicação. Os enfermeiros a gente vai falar com eles, eles já cortam a gente e sai andando deixa a gente falar sozinhos. Ninguém tira nenhuma dúvida sua, simplesmente não se importam se sua dor da intensa ou se você tá com dor no peito (oq deveria ter atenção por ser algo mais delicado). Os médicos ? Tinha 3 sentado conversando no consultório enquanto várias pessoas estavam esperando atendimento… Isso tudo eu vi dando uma volta no hospital enquanto aguardava atendimento ! Péssima experiência
Endereço Completo:
Rua Professor João da Mata e Luz, 262 - Centro
Barueri, SP - CEP: 06401-120
Preencha o formulário e a instituição entrará em contato com você
Endereço
Rua Professor João da Mata e Luz, 262 - Centro
Barueri, SP - CEP: 06401-120
Telefones
(11) 4199-3143
75596072530
Site Oficial
https://portal.barueri.sp.gov.br/Horário
segunda-feira: Atendimento 24 horas | terça-feira: Atendimento 24 horas | quarta-feira: Atendimento 24 horas | quinta-feira: Atendimento 24 horas | sexta-feira: Atendimento 24 horas | sábado: Atendimento 24 horas | domingo: Atendimento 24 horas